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Domingo, 24 de outubro de 2021
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Coluna

O copo de chopp

Viagens de trabalho

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Trabalhei 33 anos no Banco do Brasil.

Fato comum na profissão, rodei por diversas cidades ocupando os mais variados cargos.

Na década de 90 trabalhava no Jurídico da empresa, em São Paulo, local onde a história aconteceu.

Como sempre gostei de música e botecos (não necessariamente nessa ordem), os colegas de trabalho costumavam pedir-me sugestões de bares e restaurantes na Capital.

Num final de semana uma colega pediu-me sugestão de local para levar seus pais,de Alagoas, que vieram visitá-la.

Sugeri um famoso bar onde minha esposa e eu costumávamos frequentar, cuja especialidade era o choppque serviam como ninguém.

Na segunda-feira, já de retorno ao trabalho, perguntei-lhe se gostaram do local.

Ela, conhecida pelo seu gênio forte e temperamental, após agradecer-me pela indicação, fez uma ressalva: “Gilson, meus pais adoraram, porém, briguei com o garçom.”

Incrédulo com o comentário, perguntei-lhe a razão.

E ela: “Pedi que me servisse um chopp sem colarinho e o garçom disse que seria impossível atender o meu pedido.”

Ao perguntar a razão da negativa, o garçom (educadamente – segunda ela) disse-me que: “Beber chopp sem colarinho é para amadores e, neste bar, só atendemos profissionais.”

Lembrei-me dessa história pois ontem resolvi tomar um chopinho no final da tarde. Naturalmente pedi com colarinho (a regra é dois dedos de creme).

Deixei-me seduzir com a espuma escorrendo pelo copo. Veio-me a lembrança não só dessa história, como também da camisola de minha amada deslizando por seu corpo.

 

 

 

 

Fonte/Créditos: Gilson Lima

Créditos (Imagem de capa): Arquivo pessoal

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