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Quinta, 25 de fevereiro de 2021
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Geral

Falta oxigênio em hospitais no Amazonas e "uma ala inteira de pacientes morreu sem ar" segundo profissional

O aumento do consumo de oxigênio nos hospitais ocorre devido ao rápido crescimento de casos da Covid-19 no estado

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"Os hospitais viraram câmaras de asfixia", disse o pesquisador da Fiocruz Amazônia, Jesem Orellana, sobre hospitais de Manaus que enfrentam a falta de cilindros de oxigênio. A afirmação foi feita ao jornal Folha de S.Paulo.

"Há informações de que uma ala inteira de pacientes morreu sem ar", completou o pesquisador, que alertou ainda para a possibilidade de sequelas cerebrais permanentes em "pacientes que conseguirem sobreviver".

 

O aumento do consumo de oxigênio nos hospitais ocorre devido ao rápido crescimento de casos da Covid-19 no estado. Nos últimos dez dias, o número de pacientes que necessida do cuidado já é duas vezes maior do que em abril e maio de 2020, meses de pico da pandemia no último ano. Já a crise dos cillindros ocorre após sobrecarga de demanda da empresa White Martins, principal responsável pela produção.

Nas redes sociais, não é difícil encontrar vídeos e imagens que chamam atenção do Brasil para o colpaso no sistema de saúde da capital. "Não tem oxigênio. É muita gente morrendo", diz uma mulher em vídeo, sem identificar o cargo. "Pelo amor de deus, se vocês tiverem oxigênio sobrando, se puderem ajudar, tragam. É desesperador", pede.

Durante entrevista de coletiva com o governador do Amazonas, Wilson Lima, o secretário especializado em atenção à Saúde do Ministério da Saúde, coronel Franco Duarte, confirmou que pacientes da rede pública serão transferidos em aviões para tratamento em outros estados do país.

Os estados serão escolhidos por meio de estudos das taxas de ocupação dos leitos e a expectativa é de que o número de pacientes trasferidos em operação, iniciada nesta quinta-feira (14), chegue a 750. 

Segundo o representante do Ministério da Saúde, os pacientes transferidos serão aquelas que ainda precisam de oxigênio, mas que possuem saúde estável para realizar a viagem por transporte aéreo. 

 

 

Fonte/Créditos: IG

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